Mercado de eventos otimista para 2027: veja onde você entra

Público em evento presencial durante apresentação em auditório

Quem trabalha com eventos sabe que o mercado muda rápido.

Novos formatos aparecem, o público muda de comportamento, marcas querem medir resultados com mais precisão e os custos continuam exigindo criatividade de quem está do outro lado da planilha.

A boa notícia é que o clima no setor é de otimismo.

O Panorama de Eventos 2026, levantamento realizado pelo Mundo do Marketing, Promoview e TD (Transformação Digital), ouviu 273 profissionais e mostra que 75,9% esperam crescimento do mercado de eventos até 2027. Apenas uma pequena parcela de 5,7% acredita em algum nível de queda.

O mercado de eventos continua fortemente B2B

Outro dado interessante para agências, fornecedores e produtores é a força do mercado empresarial.

Cerca de 59,6% dos eventos realizados pelos participantes da pesquisa são voltados a negócios entre empresas, enquanto 25,3% seguem modelos mistos e 15,1% têm foco B2C.

Entre os formatos mais comuns, os eventos corporativos lideram com folga, presentes na atuação de 81,2% dos profissionais.

Depois aparecem feiras e exposições, com 66,5%, e congressos, conferências e summits, com 64,9%. Como um mesmo profissional pode atuar em diferentes formatos, esses percentuais se sobrepõem e, por isso, não somam 100%.

O ritmo de produção também chama atenção. Entre os profissionais que atuaram no setor no último ano, 34,3% realizaram entre seis e 20 eventos. Outros 16,7% ficaram na faixa de 21 a 50, enquanto 12,2% produziram de 51 a 100 eventos.

Há ainda operações de grande escala: 5,7% chegaram a realizar entre 101 e 500 eventos e 2% passaram da marca de 500 no período.

Na receita, patrocínios e cotas comerciais aparecem como a principal fonte para 37,3% dos respondentes. A venda de produtos ou serviços durante os eventos vem logo depois, com 30,7%. Ingressos representam 12,7% e a comercialização de estandes e espaços para expositores, 11,8%.

Esses números reforçam uma característica cada vez mais clara do setor: o evento funciona não apenas como atração, mas como ambiente de negócios, relacionamento e geração de oportunidades.

O entusiasmo com o crescimento não elimina um velho conhecido de qualquer produtor: o orçamento. Os custos continuam exigindo atenção redobrada.

A locação do espaço é apontada como principal item do orçamento por 37,4% dos participantes, seguida por cenografia e montagem, com 15,6%, audiovisual, com 11,5%, e alimentação e bebidas, com 11,1%.

Tecnologia e plataformas aparecem com apenas 1,6% do orçamento apontado pelos participantes. É um número baixo, que mostra quanto espaço ainda existe para soluções capazes de melhorar a operação e a experiência do público.

Mercado de eventos

Eventos menores também entraram no radar

Quando se fala em crescimento do setor, é fácil imaginar imediatamente grandes festivais, feiras gigantes e arenas lotadas.

Os números mostram um cenário mais amplo.

Juntos, pequenos e médios concentram quase 80% das indicações de formatos com potencial de crescimento.

Os eventos de pequeno porte aparecem com 39,8% das indicações entre os formatos que devem ganhar espaço, enquanto os eventos médios somam 38,9%. 

O presencial continua muito vivo

Depois de anos em que o mercado de eventos discutiu intensamente eventos virtuais e híbridos, os encontros presenciais aparecem novamente com bastante força.

Entre os formatos com maior perspectiva de crescimento, os eventos presenciais aparecem na liderança, com 63,3%. Na sequência vêm as experiências imersivas e interativas e os eventos segmentados ou de nicho, ambos citados por 52,7% dos participantes.

Para o produtor, isso abre uma avenida interessante.

Eventos corporativos, encontros de relacionamento, lançamentos, convenções, ativações de marca, experiências exclusivas e encontros segmentados podem ganhar ainda mais espaço.

Nem sempre é preciso reunir milhares de pessoas para gerar impacto.

Às vezes, reunir as pessoas certas produz muito mais resultado.

Isso reforça algo que quem vive evento percebe na prática: as pessoas ainda valorizam muito estar juntas.

Networking, conversa, experimentação, contato com produtos, entretenimento e relacionamento com marcas funcionam de maneira diferente quando acontecem ao vivo.

O desafio para o produtor deixa de ser simplesmente colocar gente dentro de um espaço. É fazer aquele tempo presencial valer a pena.

Um ponto confortável para descansar.
Uma sinalização clara.
Wi-Fi funcionando.
Água disponível.
Um lugar para carregar o celular.

São detalhes para quem está produzindo, mas podem ser gigantes para quem está participando.

Uso de realidade virtual como tecnologia em evento do Sebrae

Tecnologia ainda tem espaço para crescer nos eventos

Outro ponto que merece destaque é a diferença entre expectativa de crescimento e adoção de tecnologia.

Embora o mercado esteja otimista, apenas 27% dos profissionais afirmam utilizar tecnologia de maneira intensa nos eventos, segundo o levantamento.

Existe, portanto, um bom espaço para evolução.

E tecnologia em evento não significa necessariamente colocar inteligência artificial em cada metro quadrado.

Pode significar melhorar credenciamento, controlar acessos, facilitar pagamentos, distribuir conteúdo, oferecer conectividade, medir interações ou simplesmente resolver necessidades do público com mais eficiência.

Produzir evento também é medir resultado

Outro movimento importante está na mensuração.

A pesquisa aponta que 63% já acompanham a geração de leads, mas apenas 25% medem retenção ou recompra posteriormente. Outros 11% ainda não avaliam seus eventos de forma estruturada.

Isso é especialmente relevante para quem trabalha com marcas.

O evento pode ter sido lindo.
Pode ter dado fila.
Pode ter rendido milhares de fotos.
Mas o que aconteceu depois?
Quantas pessoas interagiram?
Quantas deixaram contatos?
Quantas voltaram?
Quantas compraram?
Quantas lembram da experiência?

Quanto mais o mercado cresce, mais essas perguntas tendem a aparecer na reunião seguinte.

Experiência boa resolve uma necessidade

Talvez uma das leituras mais importantes para produtores seja justamente esta: experiência não precisa ser complicada para ser relevante.

Uma ativação pode ser visualmente incrível, mas também pode ganhar valor quando presta algum serviço para quem está no evento.

E aí entram soluções aparentemente simples, mas que resolvem dores muito reais.

Hoje, o celular acompanha praticamente toda a jornada de uma pessoa em um evento.

É ingresso.
É câmera.
É carteira.
É WhatsApp.
É rede social.
É mapa.
É aplicativo do banco.
É transporte para voltar para casa.
É ferramenta de trabalho.

É o lugar onde aquela pessoa registra e compartilha justamente o evento que você produziu.

E bateria, infelizmente, ainda não dura para sempre.

Público usando a Torre 22 da Onda Certa em evento

Totem Carregador também pode fazer parte da experiência

É nesse ponto que uma solução como o Totem Carregador de Celular passa a ter um papel interessante dentro de festivais, congressos, feiras, eventos corporativos, lounges, stands e ativações de marca.

Mais do que disponibilizar energia, a marca está dizendo:

“Você está precisando de alguma coisa? A gente resolve.”

Essa relação é poderosa porque surge de uma necessidade real do público.

Uma Torre Carregadora pode criar um ponto de permanência e interação.

Locker Chave e Locker Senha permitem que a pessoa deixe o aparelho carregando em um compartimento enquanto continua circulando pelo evento.

E ambos podem receber personalização visual, transformando uma utilidade em mais um ponto de contato entre público e patrocinador.

Para quem produz, é uma entrega simples de operar.

Para alguém com 4% de bateria no meio de um evento de oito horas, pode ser a melhor notícia do dia.

Onda Certa: energia para eventos e marcas 

A Onda Certa Soluções atua com venda e locação de Totens Carregadores de Celular para o mercado de eventos, empresas, agências e ativações de marca.

Ao longo de sua trajetória, a empresa já participou de mais de 500 eventos e forneceu milhares de totens para empresas e projetos de diferentes portes.

São soluções utilizadas em festivais, feiras, congressos, eventos corporativos, stands, lounges e grandes ativações.

Se o mercado de eventos está crescendo, a expectativa do público também cresce junto.

E no meio de tanta tecnologia, conteúdo, relacionamento e experiência, existe uma necessidade que continua bem simples: ninguém quer ficar sem bateria.

Perguntas frequentes

O mercado de eventos deve crescer em 2027?

Segundo o Panorama de Eventos 2026, 75,9% dos profissionais consultados esperam crescimento do setor até 2027.

Quais formatos de eventos têm maior perspectiva de crescimento?

Os eventos presenciais aparecem na liderança da pesquisa, seguidos por experiências imersivas e interativas e eventos segmentados ou de nicho.

Por que oferecer carregamento de celular em eventos?

Porque o celular acompanha praticamente toda a jornada do participante, sendo usado para ingressos, pagamentos, fotos, comunicação, transporte e redes sociais. Pontos de carregamento ajudam a resolver uma necessidade real do público durante eventos de longa duração.

Vai produzir um evento? Conheça as soluções de Totens Carregadores da Onda Certa e encontre o modelo ideal para o seu projeto.

Evento bom é evento ON.

Escrito por: Onda Certa e Guttemberg Neto - Formado em Marketing Digital pelo Instituto Infnet, especialista em Google Ads e SEO.

LINKS ÚTEIS

Escanear o código